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Conheça agora 3 exemplos práticos de inteligência emocional

5 minutos para ler

Quantas pessoas você conhece que tiravam boas notas na escola, eram consideradas “gênios”, mas que não conseguiram estabelecer suas carreiras e suas relações interpessoais? Muito provavelmente elas não desenvolveram as suas competências de inteligência emocional, e isso acabou impactando nas várias áreas da vida delas.

Nesse cenário, exemplos práticos de inteligência emocional podem ser evidenciados no dia a dia no trabalho e também no seu círculo familiar e de amizade para ajudar você a reconhecê-los — e também desenvolvê-los.

 Ao longo desta leitura, confira três deles!

Conceito de inteligência emocional e sua importância

Quando um indivíduo consegue ter o controle das suas próprias emoções de forma mais fácil, dizemos que ele tem inteligência emocional. De acordo com Daniel Goleman, psicólogo e criador do conceito de inteligência emocional, essa competência tem relação com a chamada “inteligência social”.

Essa habilidade é conquistada a partir do autoconhecimento, pois quando a pessoa olha para si, passa a encarar as próprias emoções, utilizando-as em seu benefício. No entanto, não basta olhar somente para o próprio umbigo A inteligência emocional também envolve olhar para o outro com empatia, o que promove uma melhor convivência e harmonia nos ambientes em que convive.

Por isso, as empresas têm valorizado tanto essa competência, principalmente para os líderes — já que é esperado que eles sejam capazes de conciliar conflitos, trabalhar sob pressão e ainda engajar a equipe para alcançar os objetivos propostos.

Pilares da inteligência emocional

Para que todos possam entender melhor o que é inteligência emocional, Daniel Goleman dividiu o conceito em pilares. Confira!

Autoconhecimento emocional

A emoção é inerente do ser humano. Quando o indivíduo passa a aprender a olhar para si e a ouvir-se, desenvolvendo o seu autoconhecimento, ele passa a se conhecer e entender o que desencadeia a suas próprias emoções.

Controle emocional

Controlar as emoções é a principal habilidade de pessoas com inteligência emocional. Apesar de sentir medo, raiva, insegurança, entre outros, elas sabem gerenciar todos esses sentimentos, de forma que não as prejudiquem. Com isso, o indivíduo conquista mais equilíbrio entre a razão e a emoção.

Automotivação

É a capacidade de, mesmo em momentos pouco favoráveis, redirecionar as emoções para conquistar algum ganho pessoal.

Empatia

O quarto pilar da inteligência emocional é referente a entender as emoções dos outros, respeitando-as. Esse olhar sem julgamento favorece as relações interpessoais, ajudando a construir relacionamentos mais sólidos, tanto na vida pessoal quanto profissional.

Relacionamentos interpessoais

A socialização é uma necessidade humana, e quanto melhor gerenciamos as emoções, mais conseguimos estabelecer relações e desfrutar do compartilhamento de ideias, ações e emoções.

Três exemplos práticos de como utilizar a inteligência emocional a seu favor

Veja a seguir como utilizar a inteligência emocional em todas as áreas da sua vida!

1. Sabe ouvir feedbacks

Pessoas com inteligência emocional têm muito mais facilidade para ouvir feedbacks, tanto os positivos quanto os negativos. Isso porque elas não tomam a crítica como algo negativo, mas sim, como uma oportunidade de melhorar.

2. Lida melhor com o cliente

Indivíduos dotados de inteligência emocional sabem lidar melhor com pessoas difíceis ou mesmo com clientes mais exigentes. Como possuem a capacidade de ouvir e têm empatia, eles se saem melhor na resolução de problemas, conseguindo passar a confiança que o cliente precisa para se sentir satisfeito.

3. Encara imprevistos com mais facilidade

Pessoas com inteligência emocional não se deixam abalar pelos imprevistos. Mesmo tendo os sentimentos negativos (comuns em momentos de frustração) elas sabem que as situações podem ser contornadas, e que isso não vai impedi-las de entregar um bom resultado e fazer o que precisa ser feito.

Além disso, elas sabem lidar melhor com conflitos, pois são ótimas conciliadores, sabem construir bons relacionamentos, colaboram para a manutenção de um ambiente positivo, entre outros benefícios.

Já o contrário, quando o indivíduo não desenvolve as suas habilidades de inteligência emocional, ele tende a ser uma pessoa “de pavio curto”, ou seja, que explode por qualquer coisa. Isso afasta as pessoas e reflete negativamente na sua imagem pessoal e profissional, prejudicando seus relacionamentos interpessoais. Como consequência, ele acaba amargando insucessos na vida.

Como vimos ao longo desta leitura, dedicar-se a desenvolver a inteligência emocional traz diversas vantagens, capazes de distingui-lo em ambientes corporativos e também entre familiares e amigos.

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